música

13 novas razões para amar Tiago Iorc

Tiago Iorc - Reconstrução
Oi, sumido!
Nenhum ditado descreve melhor o nosso amado Tiago Iorc do que aquele que diz que quem é vivo sempre aparece. Depois de pouco mais de um ano longe de tudo, andando só Deus sabe por onde, nosso príncipe/galã/fado da música finalmente resolveu dar o ar da graça.

Longe de ser uma simples e despretensiosa aparição, Tiago Iorc voltou chutando a porta, lançando seu novo trabalho, "Reconstrução", de uma só vez! São treze músicas lindas, com clipe visual e tudo mais que nós, depois de tanto tempo de espera, temos direito. O cantor movimentou a madrugada e agora volta a movimentar nosso coração. Esperei muito por esse dia, não vou mentir <3

O título do álbum já denota à razão pela qual ele se afastou de tudo. Como já havia dito naquela publicação de 06 de janeiro de 2018, ele precisava se desligar para encontrar aquele Tiago Iorc jovem, antes da fama e de todo o sucesso. Quem procura, acha.

"Fui além do céu e o mar até achar meu caminho bem aqui. Sempre esteve na minha frente."

Em uma análise empírica desse novo álbum, digo que as canções misturam-se em letras românticas e outras mais reflexivas, a medida certa que a gente já conhece do Tiago Iorc. A primeira faixa, "Desconstrução", é crua, um pouco angustiante e aborda a temática doentia instagrâmica já cantada outras vezes. "Faz", por sua vez, tem uma pegada bem sexy e acompanha um clipe bem quente. O cara tá ousado, viu?

Se alguém ainda não ouviu as músicas, ouçam imediatamente e venerem esse deus.




Estou escutando todas as músicas em um looping eterno, sem conseguir escolher qual eu gostei mais. Empolgadíssima com essa volta, sim ou claro? Me contem, o que acharam do retorno? E das músicas? Deixa seu comentário e vamos passar o resto do dia babando no Tiago Iorc. Beijos!
cabelos

Minha saga capilar de pertencimento e identidade

Se você me conhecia de outros carnavais, acredito que esteja surpresa diante dessa minha versão morena, mas tudo bem! Muita gente se surpreendeu, me reconheceu e desconheceu. E eu? Sempre soube que  era assim, mas percorri um longo caminho até aceitar isso. E essa é a história que conto agora.

Pintei meu cabelo de ruivo em 2012, aos 15 anos, quando meu conceito de beleza envolvia ser bem diferente, me destacar entre as pessoas e refletir externamente a minha personalidade. Continuo acreditando em tudo isso, mas mudei consideravelmente a forma que emprego esses conceitos.

Durante longos seis anos, achei que ter uma cor e uma textura de cabelo diferentes da minha era, de fato, ser eu mesma. O poder da escolha às vezes nos sobe à cabeça, né? Passei todo esse tempo fugindo da minha identidade por achar que houve um equívoco por parte de Deus na hora que Ele estava me criando, que eu tinha n-a-s-c-i-d-o pra ser ruiva, que meu cabelo era um "fuá", uma "moita" e precisava ser sempre controlado, estar sempre alisado e que eu combinava mais com ele dessa forma.

Foi então que percebi que era mais cansativo e desgastante manter essa aparência que eu tanto acreditava ser a minha, do que realmente assumir a aprender a lidar com a que eu tenho, além de ter me deparado com uma Juliana prisioneira de vários padrões estéticos que ela sequer parou para refletir e questionar. A sensação é de ter uma pequena chave virando dentro de mim.


Eu já havia largado a dependência da chapinha desde o comecinho de 2018 (e nem senti falta!), porém ainda penteava o meu cabelo (mesmo que seco) e não dava muita bola para finalização ou o corte ideal para valorizar as ondas. Para agravar a situação, a química da tintura interferia na formação do fio e eu estou falando de s-e-i-s anos de interferência contínua. O resultado é que meu cabelo parecia estar sempre mal cuidado, farofento, me deixando com uma aparência desleixada e empurrando minha auto estima pro ralo. E quando crescia um dedinho de raiz?! Nossa, eu perdia toda a minha dignidade!

Pois bem, como eu já tinha me livrado de metade do meu problema, liguei o foda-se e apostei em deixar meu cabelo da cor natural, tacando um castanho pra cima sem nem pensar duas vezes! Engraçado que no dia que tomei essa decisão, nem consegui trabalhar direito de tão angustiada que estava, querendo largar os fios cobre de uma vez por todas. E assim, mês após mês venho descobrindo uma raiz natural e tímida querendo aparecer, não vendo a hora de ter um cabelo inteirinho meu novamente! Não ter o compromisso de retoque de cor, tonalização, comprar tinta, faltar a tinta e etc é um baita alívio, viu?

Mesmo com todo esse falatório, não quero dizer que é fácil manusear meu cabelo, arrumá-lo, fazer uma boa finalização ou não babar com minhas fotos antigas de quando era ruiva. Não é nada disso, mas sim uma sensação de que, apesar das circunstâncias em que meu cabelo esteve divino e recebeu vários elogios, essa é uma página a ser virada, uma velha necessidade que seis anos depois não faz mais sentido. E olha, não nego por completo a possibilidade de voltar a colorir meu cabelo, mas hoje não. Também não sou inimiga da escova, tá? Da chapinha eu até sou, rs, mas não abro mão de esticar os cabelos quando acho adequado.

Não quero ditar regras ou te dizer o que é falso ou verdadeiro em você, apenas contar como tudo aconteceu comigo.

Talvez, para algumas mulheres, cabelo é só cabelo e tanto faz se ele está natural ou não, tanto faz se determinado procedimento vai agredí-lo ou não. Para aquelas que romantizam tudo, como eu, o cabelo é uma ferramenta de autocuidado e amor, por isso há tanta "problematização" nisso.

Sei que pode ter sido uma história chata e irrelevante para todos os seres humanos que habitam a face desse planeta que chamamos de Terra, mas eu realmente queria contar sobre essa trajetória que, aos meus olhos - os olhos de quem viveu -, foi significativa para minha evolução como mulher e como ser humano. Beijos!
fashion

Wishlist de looks na loja Shein


Sabe qual é o hobby de quem não tem um tostão pra comprar nada? Fazer wishlist em várias lojas, encher carrinho de brusinhas e nunca comprar nada. Quem não faz isso, que atire a primeira pedra!

Pois bem, andei navegando por uma lojinha online que sou apaixonada e  resolvi preparar uma wishlist com alguns looks que fazem o meu estilo. Ah, a loja com certeza vocês já conhecem, é a Shein, ela tem peças lindas, estilosas e aparentam ter uma qualidade superior a muitas lojas gringas que a gente vê por aí.

Ao invés de montar uma wishlist aleatória, resolvi fazer diferente e preparar uma wishlist com looks completos para uma saidinha casual, trabalho e balada. Lógico que as minha escolhas não resumem 1% das possibilidades de combinações que a loja oferece, afinal são muuuuitas peças, mas se vocês gostarem desse estilo de post, eu posso repetir a dose e fazer o mesmo com outras lojas. Vamos aos looks?



Ótima para um fim de tarde, um passeio descompromissado no shopping, no cinema, tomar um sorvete com as amigas... Pra mim, o look casual precisa ser confortável e despojado, mas sem abrir mão do estilo e gastando um pouquinho mais de tempo na hora de se vestir. Blusas fluídas, com babados, tons claros e etc são o meu xodó. A calça justa que acaba no tornozelo deixa toda mulher com um ar de menina, principalmente quando leva nos pés uma sandália delicada. Pra fechar tudo, uma bolsa que dê destaque ao look e que caiba o celular, a carteira, maquiagem, remédios, um pente... ops! Vocês me entendem...

Como eu sou muitíssimo adulta, não consigo fugir da necessidade de sempre buscar peças de roupas apropriadas para o ambiente de trabalho. Como vocês já devem saber, eu sou quase advogada (falta a só a OAB agendar o meu compromisso legal) e essa é uma profissão que exige seriedade e um vestuário condizente a essa realidade. Blazer e calça de alfaiataria são o básico, mas quando tirarmos o blazer, a calça tem que ter um charme, né? Como a modelagem não é das melhores para um corpo magro como o meu, a amarração na cintura me dá a sensação de que eu pelo menos tentei ficar bem naquela peça kkkkk. Pra não morrer de calor, aposto em blusas sem mangas, mas também sem decotes ou outros elementos chamativos. Para aguentar as andanças pelo forúm sem abrir mão da sofisticação de estar 10cm mais alta, um salto quadrado nos cai bem. Por fim, uma bolsa chique para encher de coisas novamente.

body - saiabotabolsa
Já fui em uma balada? Não. Tem balada? Não. Imagino looks pra balada? Sim! Quem nunca, né? Quando esse dia de glória aparecer entre os meus dias de luta, eu quero estar muito sensuelem! Body transparente de lurex com saia de couro me parece uma boa combinação. Junta isso a uma botinha de cano médio (meu sonho usar essas botas) e um bolsa pequena que só caiba o celular e o dinheiro (o suficiente pra ladrão levar).

Sério, daria pra fazer umas dez wishlists de cada e ainda acrescentar várias outras,para várias ocasiões, sempre desejando mais e mais peças da Shein. Como diria um meme que vi por aí: oh pai pq me destes esta essência de burguês mas não me destes o capital para contempla-la

Espero que tenham gostado do post! Comentem aqui embaixo o que acharam dos looks e sem querem mais conteúdo desse tipo. Beijos!

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Quote

"Devemos sempre acreditar que, por mais difícil que seja, lutar por aquilo que queremos não é perda de tempo."

- Anne Ferreira